![]() |
| Minha posição na fila depois de mais de 2 horas esperando |
Foram 4 horas e meia de fila. Virtual. Chegada a vez, eram apenas 12 minutos para efetivar a compra num site repleto de bugs com direito a página cadastral que não validava dados e servidor que caía a cada clique. Só então, na 3ª tentativa dentro dessas quatro horas e meia que passei em frente ao pc na madrugada de domingo pra segunda, consegui comprar meu ingresso pro primeiro dia da edição brasileira do Festival Lollapalooza, que rola por aqui dias 7 e 8 de abril de 2012, no Jockey Club em SP.
Não é à toa que muitos criticam esse jeitinho brasileiramente incompetente de se organizar grandes eventos por aqui. Os ingressos são caros, a compra deles é difícil, a infraestrutura na maioria das vezes deixa o público na mão... Não tem um que não reclame de festivais como SWU e Rock in Rio, por exemplo.
Na verdade, festival é algo que não me apetece, e um formato que já acredito estar ultrapassado. Como disse o jornalista André Barcinski em seu blog, antigamente fazia mais sentido organizar festival por aqui, já que o Brasil dificilmente entrava na itinerário dos artistas e ver show grande por essas bandas era difícil. Então, compensava investir num ingresso pra ver várias bandas num só evento, bandas estas que talvez você nunca mais visse. Mas e agora? Se eventos assim sempre dão merda, pra que insistir?
Tá, acabei de falar que festival é uma merda e mesmo assim comprei ingresso pro Lollapalooza. Primeiro, porque PRECISO ver o Foo Fighters. Segundo, porque vem também a Joan Jett com seus Blackhearts e é bem provável que outro show deles por aqui não role tão cedo. Terceiro, porque vai ter show da Peaches, e deve ser loucura. Reparou que todos os motivos tão no line-up? Não tenho a menor idéia de como é um evento no Jockey Club, achei o ingresso caro e penei pra comprá-lo, Lobão e galera armaram picuinha com o Perry Farrell, idealizador do evento, como se a culpa pela desorganização fosse dele, e algo me diz que muito ainda vai rolar até abril do ano que vem. Mas se os organizadores ainda insistem que essa é a única forma financeiramente viável de se trazer artistas pra cá, a gente não tem escolha a não ser se submeter a esse tipo de coisa. E isso é algo que vai além do famigerado complexo de vira-lata que dizem que brasileiro tem. Claro, se houvesse pressão por parte do público, as coisas seriam diferentes. Porém, como proceder se pressão popular é algo que brasileiro parece ter esquecido do que se trata?
Agora é torcer pra que tudo corra bem e que os shows façam o inve$timento, o aborrecimento e tudo o mais valer a pena. Não sei pelos outros artistas do line-up do dia 7, mas se depender do Foo Fighters, acho difícil é se decepcionar:
Não é à toa que muitos criticam esse jeitinho brasileiramente incompetente de se organizar grandes eventos por aqui. Os ingressos são caros, a compra deles é difícil, a infraestrutura na maioria das vezes deixa o público na mão... Não tem um que não reclame de festivais como SWU e Rock in Rio, por exemplo.
Na verdade, festival é algo que não me apetece, e um formato que já acredito estar ultrapassado. Como disse o jornalista André Barcinski em seu blog, antigamente fazia mais sentido organizar festival por aqui, já que o Brasil dificilmente entrava na itinerário dos artistas e ver show grande por essas bandas era difícil. Então, compensava investir num ingresso pra ver várias bandas num só evento, bandas estas que talvez você nunca mais visse. Mas e agora? Se eventos assim sempre dão merda, pra que insistir?
Tá, acabei de falar que festival é uma merda e mesmo assim comprei ingresso pro Lollapalooza. Primeiro, porque PRECISO ver o Foo Fighters. Segundo, porque vem também a Joan Jett com seus Blackhearts e é bem provável que outro show deles por aqui não role tão cedo. Terceiro, porque vai ter show da Peaches, e deve ser loucura. Reparou que todos os motivos tão no line-up? Não tenho a menor idéia de como é um evento no Jockey Club, achei o ingresso caro e penei pra comprá-lo, Lobão e galera armaram picuinha com o Perry Farrell, idealizador do evento, como se a culpa pela desorganização fosse dele, e algo me diz que muito ainda vai rolar até abril do ano que vem. Mas se os organizadores ainda insistem que essa é a única forma financeiramente viável de se trazer artistas pra cá, a gente não tem escolha a não ser se submeter a esse tipo de coisa. E isso é algo que vai além do famigerado complexo de vira-lata que dizem que brasileiro tem. Claro, se houvesse pressão por parte do público, as coisas seriam diferentes. Porém, como proceder se pressão popular é algo que brasileiro parece ter esquecido do que se trata?
Agora é torcer pra que tudo corra bem e que os shows façam o inve$timento, o aborrecimento e tudo o mais valer a pena. Não sei pelos outros artistas do line-up do dia 7, mas se depender do Foo Fighters, acho difícil é se decepcionar:
O quê: Lollapalooza Brasil
Quando: 7 e 8 de abril de 2012
Onde: Jockey Club - São Paulo/SP
Com quem: Foo Fighters, Arctic Monkeys, Joan Jett and the Blackhearts, Peaches, Gogol Bordello, Jane's Adiction e mais um monte de gente que não conheço e/ou não curto.
Quanto morre: o tal do Lolapass pros 2 dias de festival é 500 mangos. O ingresso prum dia é 300 reais, com meia-entrada à 150 reais.
Quem vai: Eu.
Mais informações e compra de ingressos: http://www.lollapaloozabr.com/

Nenhum comentário:
Postar um comentário